23/02/2005 |
| Primeiro Emprego comemora saldo positivo |
Fomentar a criação de redes de ONGs
para que, por meio delas, o governo federal
chegue até a juventude em estado mais vulnerável
dentro da realidade social brasileira. Este é um dos principais pontos inovadores
dos Consórcios Sociais da Juventude. O Departamento
de Políticas de Trabalho e Emprego
para Juventude, setor do Ministério do
Trabalho, acompanhou o II Encontro Técnico
dos Consórcios Sociais da Juventude, evento
que aconteceu no Rio de Janeiro nos dias 16
e 17 de fevereiro.
Criado com base em um modelo estimulado
pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Programa Nacional do Primeiro
Emprego tem como um de seus principais
objetivos diminuir o número de jovens
excluídos do mundo do trabalho formal, segundo
explica Gladys Andrade, Diretora do
Departamento de Políticas de Trabalho e Emprego para Juventude. "Por este motivo,
podemos dizer que a idéia de criação dos Consórcios Nacionais da Juventude esteve
presente desde o início do Programa Nacional
do Primeiro Emprego", acrescenta.
A partir dos três eixos básicos do Primeiro Emprego: qualificação profissional,
empreendedorismo juvenil e estímulo à inserção
produtiva no mundo do trabalho, o
Ministério do Trabalho e Emprego projetou
um programa que estimulasse o jovem não
apenas como foco de uma ação governamental,
mas também como agente transformador.
A criação dos Consórcios Sociais da Juventude,
baseado na parceria entre a sociedade
civil e o Governo Federal, é uma forma de o
Ministério do Trabalho otimizar os trabalhos das
organizações e entidades da sociedade civil que
atuam com esse público, principalmente com
jovens que se encontram em situação de risco.
"Acredito que este trabalho será potencializado
com a criação da Secretaria Nacional da Juventude,
já que será um órgão federal que vai ajudar
no processo de articulação entre governo,
sociedade civil e jovens fora do mundo do trabalho",
explica Gladys Andrade. |
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