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Henrique Alfonsi, coordenador geral do Juventude Sampa e um dos diretores do Cursinho da Poli, participou da segunda edição do Vozes Jovens. Realizado em Brasília, entre 21 e 24 de março, o encontro reuniu uma parcela expressiva da juventude interessada em transformar a realidade brasileira. Cerca de 250 pessoas, entre 16 e 24 anos, cada uma representando uma entidade de alguma parte do país, trocaram opiniões e propostas de políticas públicas que serão publicadas em um caderno especial, conforme informa Alessandro De Leon, um dos coordenadores do evento.
O encontro contou com jovens de origem rural, quilombolas, entre outros segmentos, divididos em grupos temáticos sobre trabalho, educação, meio ambiente, direitos humanos, esporte, cultura, lazer e participação social. As propostas que resultaram nestes debates foram entregues a representantes de organismos internacionais como ONU, Banco Mundial e OIT e para a Secretaria Geral da Presidência, órgão responsável pela Secretaria Nacional da Juventude.
Alfonsi, que participou do grupo temático sobre trabalho, apresentou as experiências do Cursinho da Poli e do Consórcio Social da Juventude para os participantes do evento. "Foi importante estarmos no Vozes Jovens. Ali pudemos ampliar a rede de relacionamentos do Juventude Sampa, que além de entidade executora de políticas públicas, também é formada por jovens protagonistas da realidade social brasileira", relata o coordenador geral do Juventude Sampa.
O Vozes Jovens também foi palco para a criação da Rede Nacional de Organizações de Juventude (Renaju), grupo responsável por dar seguimento aos trabalhos e manter contato com organismos internacionais e órgãos governamentais. "Percebe-se que a juventude tem voz e que quer ser ouvida. Os jovens buscam concretizar uma nova democracia que vem ao encontro com este novo momento do país", analisa o coordenador do evento, Alessandro De Leon.
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